Fiquei impressionada com o feedback que eu tive em apenas um dia. Além dos comentários super positivos, recebi um e-mail e mensagens de algumas pessoas especiais.
Ok, vamos lá!
Eu descobri que eu sou atelofóbica há algumas semanas quando um amigo postou no facebook o significado de atelofobia. Pesquisei um pouco mais e cheguei a essa conclusão. O meu caso não é do tipo grave que leva à paranóia, à depressão grave ou algo assim. Se for o seu caso, não hesite em procurar ajuda. O mito de que quem vai ao psicólogo ou psiquiatra é doido, é pensamento de gente ignorante. Não é o seu caso. Sempre que perceber que não vai conseguir resolver algo sozinho, procure ajuda.
A minha atelofobia me trava na hora de tomar decisões, de me arriscar, de me relacionar, de me expor. Acho que fora algumas inseguranças a pior consequência dela foi ter escolhido Direito pra cursar em vez de Arquitetura e Design, porque eu acreditei de verdade que não tinha talento o bastante pra me distinguir. Um medo normal eu acho, considerando uma pessoa de 17 anos com pais temerosos pelo meu futuro que alimentaram ainda mais a minha fobia. Acabou que se eu não tivesse escolhido essa área, não conheceria muita gente, não teria feito muitos amigos muito, muito especiais e não teria enfrentado muitas situações que me ensinaram muito. Então a fobia tem seu lado positivo... sem falar que esse medo está sempre me empurrando a melhorar, enfrentar, superar e me arriscar. Sei lá, o fato é que eu descobri que é o meu caso e vou usar esse blog pra discutir as minhas teorias, enfrentar o medo de me expor e ajudar outras pessoas a fazerem o mesmo.
Eu disse isso no #1 mas vou repetir que não sou especialista no assunto. Óbvio. Nem pretendo agir como se fosse e elencar coisas que se deve fazer para ser feliz. Iria contra toda a ideia do meu objetivo. Eu exponho a minha posição, a minha teoria e sempre que tiver resposta, eu vou reanalisar e ir aprimorando. Eu acho que vejo o amor com olhos de alguém que já sofreu e superou, e com os olhos de uma criança. Se isso for possível, eu espero que vocês interpretem assim.
Eu descobri que eu sou atelofóbica há algumas semanas quando um amigo postou no facebook o significado de atelofobia. Pesquisei um pouco mais e cheguei a essa conclusão. O meu caso não é do tipo grave que leva à paranóia, à depressão grave ou algo assim. Se for o seu caso, não hesite em procurar ajuda. O mito de que quem vai ao psicólogo ou psiquiatra é doido, é pensamento de gente ignorante. Não é o seu caso. Sempre que perceber que não vai conseguir resolver algo sozinho, procure ajuda.
A minha atelofobia me trava na hora de tomar decisões, de me arriscar, de me relacionar, de me expor. Acho que fora algumas inseguranças a pior consequência dela foi ter escolhido Direito pra cursar em vez de Arquitetura e Design, porque eu acreditei de verdade que não tinha talento o bastante pra me distinguir. Um medo normal eu acho, considerando uma pessoa de 17 anos com pais temerosos pelo meu futuro que alimentaram ainda mais a minha fobia. Acabou que se eu não tivesse escolhido essa área, não conheceria muita gente, não teria feito muitos amigos muito, muito especiais e não teria enfrentado muitas situações que me ensinaram muito. Então a fobia tem seu lado positivo... sem falar que esse medo está sempre me empurrando a melhorar, enfrentar, superar e me arriscar. Sei lá, o fato é que eu descobri que é o meu caso e vou usar esse blog pra discutir as minhas teorias, enfrentar o medo de me expor e ajudar outras pessoas a fazerem o mesmo.
Eu disse isso no #1 mas vou repetir que não sou especialista no assunto. Óbvio. Nem pretendo agir como se fosse e elencar coisas que se deve fazer para ser feliz. Iria contra toda a ideia do meu objetivo. Eu exponho a minha posição, a minha teoria e sempre que tiver resposta, eu vou reanalisar e ir aprimorando. Eu acho que vejo o amor com olhos de alguém que já sofreu e superou, e com os olhos de uma criança. Se isso for possível, eu espero que vocês interpretem assim.
Acho que a parte que mais incomodou meus leitores foi a curiosidade pelo amigo nada querido, rs. Mostra que tenho muitos amigos que se consideram queridos! Não se preocupem, esse amigo nada querido começa com a letra "J", e nós dois não temos contato há muito tempo. Como eu aprendi muita coisa com ele, daqui pra frente quando eu for comentar algo sobre os "ensinamentos da mente masculina", vou me referir a ele como J. e ninguém vai precisar se preocupar com isso.
Eu queria dizer que querendo ou não, cada um de nós formula uma ideia de amor na cabeça e que ele, ainda por cima, acontece em níveis diferentes, de formas diferentes. Vai dizer que você arriscaria sua vida por aquele marido ou aquela esposa que nunca pensa em você antes de tomar decisões, que nunca te considera? Tem que ser uma pessoa muito altruísta. Vai parecer idiota pra alguns mas é realidade pra muita gente.
Acho que incomodei alguns românticos também quando eu disse que a minha visão do amor era cruel e até umas mensagens de consolo eu recebi. Pois bem, agradeço todas mas não é o caso. Só pra esclarecer, eu já tive meu coração partido mais do que algumas vezes, já me apaixonei mais de uma vez e acredito que aquela "só se ama uma vez" seja um equívoco. Acho completamente possível, mas como exceção. Acho que o tal do grande amor aconteça quando ocorre empatia, compreensão, respeito, admiração e aceitação incríveis um pelo outro. Esse eu realmente não vivi ainda.
Mas eu não carrego amarguras e ressentimentos, portanto ser amarga e mal-amada não foram gatilhos pra minha epifania. Eu só já fui muito além das flores, das mãos dadas e momentos felizes. Depois que as diferenças começam a se chocar, que os problemas começam a ser divididos e esse amor é testado pelo orgulho, pelo ego, e principalmente pela vida, é que você se depara com o amor. Antes disso, é só a ponta do iceberg.
Entendam: eu usei o termo cruel porque de fato, o amor é cruel. É cruel um sentimento capaz de fazer você abandonar seus desejos mais íntimos, seus hábitos e até a própria vida em casos extremos, capaz de fazer você se sacrificar e se abster. Isso não faz dele feio pra mim, muito pelo contrário. Por ser um sentimento tão intenso, capaz de mover pessoas a fazerem coisas que nunca fariam nas CNTP, ele é sim o sentimento mais belo de todos.
Eu sei que fé e esperança estão passando pela cabeça de muitos, mas esses dois, pra mim, são sentimentos muito mais metafísicos, são muito mais abstratos. O amor dói sem precisar que algo ruim tenha acontecido, como é o caso da fé e da esperança e isso faz dele mais concreto.
O que eu queria defender era a integridade de uma pessoa que está em busca ou vive um amor. E isso se aplica ao fraternal, parental, familiar de qualquer espécie. Isso porque amar de verdade é aceitar e respeitar a outra pessoa além dos atributos físicos, hábitos e crenças.
Quando eu equiparei as reações dos homens e das mulheres, equiparar e não igualar, é porque eu não acho que só porque é homem ele naturalmente não acredita em amor, é grosso e não tem interesse em relacionamento sério. Eu conheço mulheres que são assim e outra, homens que não se encaixam de forma alguma nesses 3. Não dá pra rotular ninguém, não dá pra generalizar em tudo. Tem suas exceções, claro.
E nosso último ponto é sobre o sexo ser o motor do mundo. Eu quero fazer um artigo só com esse tema, mas pra adiantar... eu acredito que seja verdade. É uma verdade intrínseca, primitiva, às vezes inconsciente. Eu não tenho que convencer homens disso nesse caso, porque a cabeça deles meio que já funciona nessa direção. Mas pra mulheres é difícil, para as românticas principalmente. Não que eu não seja romântica, sou até demais, mas a realidade mostra que é assim. Se não pensar por esse lado, pense que pelo menos é a fonte de nascimento das pessoas. É de onde você veio, seus filhos, pais, tios, amigos, inimigos, 1 bilhão de chineses, quase 7 bilhões de humanos. Por mais que muitos já sejam do laboratório, a essência da criação humana é o sexo.
A perda de fé no amor, na existência e possibilidade de um relacionamento justo, saudável, capaz de resistir ao tempo e à vida, a ausência de casamentos felizes é que foram os gatilhos pra minha epifania. Só que ao invés de aceitar o que eu observava eu quis buscar uma solução. Essa teoria foi a que eu encontrei. Pode ser que no próximo comentário, na próxima vez em que eu me apaixonar, na próxima vez em que eu presenciar uma briga, etc, eu tenha uma outra epifania e reanalise essa teoria. Mas por enquanto, continuo atrás dela.
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